Abraham Weintraub anuncia saída do Ministério da Educação




Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (18), o economista Abraham Weintraub anunciou sua saída do cargo de ministro da Educação, que ocupava desde abril de 2019. Na gravação, ele aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro.




Os rumores da saída do ministro se intensificaram ao longo dessa semana, especialmente após a participação dele em manifestações de apoiadores do governo no domingo. Weintraub é investigado em inquérito sobre fake news, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), e também responde uma apuração na Corte por racismo por ter publicado um comentário depreciativo sobre a China.

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Montado em cavalo, Bolsonaro cumprimenta apoiadores em manifestação

Bolsonaro andou a cavalo na manifestação deste domingo (Foto: MATEUS BONOMI/AGIF - AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO)
Bolsonaro andou a cavalo na manifestação deste domingo (Foto: MATEUS BONOMI/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO)

O presidente Jair Bolsonaro participou mais uma vez, neste domingo (31), de uma manifestação de apoiadores do seu governo no centro de Brasília. Os manifestantes se concentraram na área em frente ao Palácio do Planalto, sede do Poder Executivo. Também houve uma carreata que percorreu a Esplanada dos Ministérios. As informações são da Agência Brasil.




O presidente caminhou pela via em frente ao Palácio do Planalto e cumprimentou os apoiadores. Em um determinado momento, Bolsonaro montou em um cavalo da Polícia Militar do Distrito Federal, acenando para os apoiadores.

Bolsonaro e boa parte dos manifestantes não usavam máscara, obrigatória em locais públicos do DF. A multa pelo descumprimento da norma pode chegar a R$ 2 mil.

Vestindo roupas verdes e amarelas, parte dos manifestantes protestou contra o Supremo Tribunal Federal (STF), com faixas e cartazes contendo dizeres como “Abaixo a ditadura do STF” e pedidos de intervenção militar na Corte. (Metro1)



Bolsonaro diz que auxílio emergencial deverá ter quarta parcela

Live da Semana com Presidente Jair Bolsonaro - 28/05/2020
Live da Semana com Presidente Jair Bolsonaro – 28/05/2020

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (28) que o governo deve propor uma quarta parcela do auxílio emergencial, atualmente em R$ 600, mas que o valor ainda está em estudo pelo governo, que poderá reduzi-lo.

“Nós já estudamos uma quarta parcela com o Paulo Guedes. Está definindo o valor, para ter uma transição gradativa e que a gente espera que a economia volte a funcionar”, afirmou o presidente durante sua live semanal, transmitida pelas redes sociais.

O auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o benefício. Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicas cerca de R$ 48 bilhões. (mais…)

Publicada com vetos lei sobre ajuda financeira a estados e municípios

Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real
Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real

A lei que trata da ajuda financeira a estados, municípios e o Distrito Federal para o combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro. A Lei Complementar nº 173, de 27 de maio de 2020, está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) e garante auxílio financeiro de até R$ 125 bilhões aos entes, em forma de envio direto de recursos, suspensão do pagamento de dívidas e renegociação com bancos e organismos internacionais.

O presidente vetou um trecho da lei que tratava dos salários de servidores públicos. Com o veto, esses trabalhadores ficarão sem reajuste salarial até o fim de 2021. Durante a tramitação no Congresso, parlamentares excluíram algumas categorias desse congelamento, como trabalhadores da educação, saúde e segurança pública, servidores de carreiras periciais, profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários. (mais…)

Bolsonaro veta reajuste de servidores públicos até o final de 2021

bolsonaro veta

O presidente Jair Bolsonaro sancionou um projeto que dá socorro financeiro de R$ 125,8 bilhões a estados e municípios durante a crise do coronavírus. No entanto, os servidores públicos não poderão ter reajuste salarial até o final de 2021. Confira mais detalhes nessa matéria.

Bolsonaro veta reajuste de servidores públicos até o final de 2021

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com quatro vetos, o projeto que cria um plano de socorro financeiro de R$ 125,8 bilhões aos estados e municípios por causa da crise causada pelo novo coronavírus. A Lei Complementar 173/20 entrou em vigor nesta quinta-feira (28), após publicação no Diário Oficial da União. (mais…)

Bolsonaro pede armamento da população e sugere que é ‘fácil impor ditadura no Brasil’

bolsonaro

Em um dos trechos divulgados nesta sexta-feira (22) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirma, em reunião ministerial no dia 22 de abril: “como é fácil impor uma ditadura no Brasil”.

O chefe de Estado argumenta ao ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e ao ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que é preciso “que o povo se arme” para que não seja imposta uma ditadura no Brasil. “O povo está dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura. Facílimo!”, sugere.

Bolsonaro, então, volta a aumentar o tom contra os prefeitos do país. “Um bosta de um prefeito faz um bosta de um decreto, algema, e deixa todo mundo dentro de casa. Se tivesse armado, ia pra rua”, ataca. (Bahia Notícias)

Nelson Teich deixa o Ministério da Saúde antes de completar um mês no cargo

teich

O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.

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Auxílio emergencial: Bolsonaro sanciona com vetos lei que amplia beneficiários

Auxilio Emergencial 1
O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos o projeto aprovado pelo Congresso Nacional que amplia os beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600. A sanção foi publicada na edição desta sexta-feira (15) do “Diário Oficial da União“. A lei entra em vigor com a sanção, e os vetos terão de ser analisados pelo Congresso. Os parlamentares podem manter ou derrubar a decisão de Bolsonaro.
O auxílio emergencial foi criado no início de abril para ajudar trabalhadores informais diante da crise na economia, provocada pela pandemia do novo coronavírus. Em linhas gerais, pessoas que cumprem uma série de requisitos têm direito a três parcelas de R$ 600.

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Projetos prorrogam auxílio emergencial de R$ 600 por até um ano

auxílio emergencial
Em todo o País, agências da Caixa Econômica Federal registram filas de pessoas em busca do auxílio emergencial

Já estão em análise na Câmara dos Deputados projetos que visam prorrogar a concessão do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais. Pela Lei 13.982/20, o benefício será concedido por três meses – abril, maio e junho – para trabalhadores cuja renda familiar mensal per capita seja de até meio salário-mínimo ou a renda familiar mensal total seja de até três salários mínimos.

Enquanto o Projeto de Lei 2222/20, do deputado Wolney Queiroz (PDT-PE), prorroga por mais três meses o benefício, o PL 2365/20, proposto pelos dez deputados da bancada do Psol, prevê que o auxílio seja concedido por nove meses. Já o PL 2283/20, apresentado por 51 dos 53 deputados da bancada do PT, visa aumentar o período de concessão do auxílio emergencial para um ano. (mais…)

Substituto de Mandetta, Nelson Teich defende que ‘saúde e economia são complementares’

Foto: Reprodução/Globo News
Foto: Reprodução/Globo News

O novo ministro da Saúde, Nelson Teich, listou uma série de temas que serão o foco inicial da gestão dele. O isolamento social, que divergia opiniões do antecessor Luiz Henrique Mandetta e do presidente Jair Bolsonaro, foi o primeiro assunto abordado durante coletiva nesta quinta-feira (16). Segundo Teich, “não vai haver qualquer definição brusca, radical do que vai acontecer”.

 

O sucessor de Mandetta defendeu que o fundamental é que as decisões sejam cada vez mais “baseadas em informações sólidas”. “Quanto menos informação se tem, mais aquilo é definido na emoção”, comentou Nelson Teich.

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