O MP-BA também pediu explicações para o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), a fim de esclarecer o motivo de Kátia não ter ido para uma unidade pública, como estaria previsto na lei. O Samu alega que no caso de pacientes com plano de saúde há a possibilidade de encaminhamento para uma instituição particular. Os promotores pretendem investigar se houve algum tipo de equívoco do Samu que poderia gerar uma multa administrativa ou se existiu “algum tipo de favorecimento”. O advogado da família dos irmãos Emanuel e Emanuelle, Daniel Keller, afirmou que os parentes das vítimas esperam quatro medidas, sendo que duas já foram concluídas: prisão e denúncia da médica, além da condenação por crime doloso e pena máxima, que seria de 60 anos. A acusada deve ser levada ainda nesta quarta para um presídio feminino, onde ficará em uma cela separada, por ter ensino superior. (Bahia Notícia)
O MP-BA também pediu explicações para o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), a fim de esclarecer o motivo de Kátia não ter ido para uma unidade pública, como estaria previsto na lei. O Samu alega que no caso de pacientes com plano de saúde há a possibilidade de encaminhamento para uma instituição particular. Os promotores pretendem investigar se houve algum tipo de equívoco do Samu que poderia gerar uma multa administrativa ou se existiu “algum tipo de favorecimento”. O advogado da família dos irmãos Emanuel e Emanuelle, Daniel Keller, afirmou que os parentes das vítimas esperam quatro medidas, sendo que duas já foram concluídas: prisão e denúncia da médica, além da condenação por crime doloso e pena máxima, que seria de 60 anos. A acusada deve ser levada ainda nesta quarta para um presídio feminino, onde ficará em uma cela separada, por ter ensino superior. (Bahia Notícia)